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quinta-feira, 28 de abril de 2016

Maníaco acusado de esquartejar 17 mulheres é detido na Rússia

    Maníaco acusado de esquartejar 17 mulheres foi detido na Rússia (Foto: Arquivo/Jeff Haynes/AFP)

Após uma década de minuciosa investigação, a polícia "constatou o envolvimento de um residente local de 51 anos no assassinato e no esquartejamento dos corpos de 17 mulheres no território de Novosibirsk entre 1998 e 2006", afirma um comunicado da autoridade judicial russa.
A investigação, segundo a imprensa local, sustenta que o suposto maníaco mantinha relações sexuais com suas vítimas, algumas das quais eram prostitutas, e depois as assassinava, esquartejava e espalhava seus restos por toda a cidade e a região homônima.
Em 2007, o então chefe do CI, Aleksandr Bastrikin, reconheceu que os assassinatos tinham um "caráter demonstrativo", enquanto alguns veículos de imprensa atribuíram os crimes a um "maníaco satanista".
Durante os mais de dez anos que durou de forma intermitente a investigação, as autoridades interrogaram e recolheram provas anatômicas a mais de 5 mil homens, e tomaram declaração a mais de 3 mil testemunhas.
"Graças aos exames genéticos identificamos o genótipo do assassino", conclui o comunicado do CI. 
ED NOTÍCIAS BLOG/FONTE;G1 

segunda-feira, 11 de abril de 2016

Jornalista é executado na Somália por ordenar assassinato de colegas

     Jornalista somali Hassan Hanafi, ligado aos insurgentes islamitas radicais shebab, foi executado nesta segunda (11) por ter organizado o assassinato de cinco de seus colegas (Foto: Farah Abdi Warsameh/AP)

Um jornalista somali vinculado aos insurgentes islamitas radicais shebab foi executado na madrugada desta segunda-feira (11) em Mogadíscio, capital da Somália. Hassan Hanafi foi condenado por ter organizado o assassinato de cinco de seus colegas entre 2007 e 2010.
Vários repórteres acompanharam a execução do condenado, que foi detido em agosto de 2014 em Nairóbi, a capital do Quênia, e extraditado à Somália no fim do mesmo ano.
"Havia confessado e se reconheceu culpado de ter organizado as mortes de vários jornalistas somalis (...). Foi executado", declarou Abdulahi Hussein, funcionário de alto escalão do tribunal militar que julgou o jornalista.
No sábado (9), dois shebab haviam sido executados na capital somali depois de se declararem culpados de terem assassinado uma jornalista da televisão nacional no fim de 2015.
Somália era um dos países mais perigosos do mundo para exercer o jornalismo: 45 repórteres foram assassinados desde 2007, quando os shebab tiveram acesso ao poder, segundo o Comitê para a Proteção dos Jornalistas (CPJ).
A Repórteres Sem Fronteiras (RSF) situa a Somália no posto 172 de 180 países em sua classificação sobre a liberdade de imprensa.
Os shebab, que enfrentam o governo somali, realizam regularmente ataques contra autoridades governamentais e jornalistas, que também se tornam, com frequência, alvos de empresários ou políticos, descontentes com a cobertura midiática de assuntos que os afetam. 
ED NOTICIAS BLOG/FONTE;G1 

quinta-feira, 21 de janeiro de 2016

CORREÇÃO-Maior plantação de maconha da América Latina para uso terapêutico é inaugurada no Chile

Plantação de maconha para uso terapêutico no Chile
   Plantação de maconha para uso terapêutico no Chile. 19/01/2016 REUTERS/Sebastian Martinez

(Corrige no terceiro parágrafo quantidade de maconha para 1,5 milhão, em vez de 1,5 milhão de toneladas)
SANTIAGO (Reuters) - Uma fundação e 20 municípios chilenos inauguraram a maior plantação de maconha para uso terapêutico da América Latina, na qual são cultivadas 6.900 sementes de cannabis, que serão utilizadas para pesquisa e terapias alternativas.
A plantação, localizada nos campos da cidade de Colbún, pode beneficiar gratuitamente cerca de 4.000 pacientes em tratamento de doenças oncológicas, epilepsia refratária ou dor crônica, disse o jornal La Tercera.
Com a iniciativa, impulsionada pela Fundação Daya, espera-se colher 1,5 milhão de gomos entre os meses de março e maio, sob a supervisão do Serviço Agrícola e Pecuário do Chile.
"Esta fase de plantio é essencial para essa plataforma colaborativa de desenvolvimento da maconha medicinal... o Chile está na vanguarda do tema, pois atualmente temos a maior plantação da América Latina", disse Ana María Gazmuri, presidente da Fundação Daya.
O projeto conta com o apoio técnico da Universidade de Valparaíso, enquanto o laboratório Knop, juntamente com o Instituto Nacional do Câncer e dois hospitais públicos, se encarregaram dos estudos clínicos, com o objetivo de criar ao menos três medicamentos distintos.
A inauguração da plantação ocorre no momento em que o Congresso chileno avança lentamente no debate de um projeto para descriminalizar o autocultivo da maconha para uso medicinal e recreativo.
(Reportagem de Antonio de la Jara)  
ED BLOG/FONTE;YAHOO 

quarta-feira, 20 de janeiro de 2016

Ativistas resgatam mil gatos que iriam virar comida na China

            Foto: Reprodução / CEN)               

  Ativistas dos direitos dos animais recentemente resgataram mil gatos que iriam servir de comida em restaurantes. Os gatos foram encontrados presos em caixotes de madeira na caçamba de um caminhão em Suzhou, na província de Jiangsu.
Segundo a imprensa local, a carreta tinha como destino restaurantes na província de Guangxi, no sul da China, onde os gatos seriam vendidos como se fossem coelhos, bois e porcos. 
Após encontrar o caminhão, os voluntários chamaram a polícia para impedir a fuga do veículo. Fotos tiradas no local mostram os felinos presos amontoados com pouquíssimo espaço para se mover. Alguns deles aparentaram estar em péssimas condições de saúde.
Acredita-se que grande parte dos gatos foi roubada de seus donos, que já foram informados sobre o caso. O resgate reforça o aumento do trabalho dos ativistas contra o consumo de carne de animais domésticos no país.
No fim do ano passado e no começo deste, ativistas libertaram milhares de animais que serviriam como comida em Xi´an, na província de Shaanxi e ainda em um festival em Guangxi.  
       (Foto: Reprodução / CEN)
         ED BLOG/FONTE/YAHOO

segunda-feira, 28 de dezembro de 2015

"A Torre do Silêncio": Uma das mais antigas formas de sepultamento


Enquanto enterrar corpos no solo é a mais comum das providências quando alguém morre hoje em dia, nem todo mundo concorda com esta forma de despedir-se dos entes queridos. Uma rápida pesquisa do passado nos permite identificar as diversas formas distintas de dar o último adeus, porém muitas delas foram praticamente exterminadas.
Em um dado momento da história, o Zoroastrismo era uma das religiões mais populares do mundo, sua existência data o século 7 a.C. Na crença destas pessoas, uma vez que alguém tivesse morrido, o corpo é possuído por uma entidade do mal chamada ‘nasu daeva’. Por isso, enterrar os corpos na verdade era visto como uma forma de “contaminação” da terra. Por isso, eles construíam as torres do silêncio. 
ED BLOG/FONTE;YAHOO

sexta-feira, 11 de dezembro de 2015

México dá permissão para cultivo e consumo de maconha a 4 pessoas

   
O governo mexicano concedeu nesta sexta-feira (11) uma permissão inédita para que quatro pessoas possam plantar, cultivar e consumir maconha com fins recreativos, depois que a Suprema Corte do país aprovou, no início de novembro, o uso recreativo da maconha a esses quatro indivíduos.
"As autorizações são para que os quatro amparados possam plantar, cultivar, colher, preparar, possuir, transportar e consumir maconha com fins recreativos", disse a Comissão Federal para a Proteção contra os Riscos Sanitários em um comunicado.
Essas pessoas são do grupo Sociedade Mexicana de Autoconsumo Responsável e Tolerante, relacionada com a ONG México Unido contra o Crime, e defendem a legalização da droga para frear a violência ligada ao narcotráfico.
Em 2009, o México descriminalizou o porte de algumas drogas, incluindo a maconha, para consumo pessoal, mas manteve o cultivo como delito. Na América Latina, o Uruguai legalizou a produção e a venda de maconha em 2013, enquanto o Chile debate uma lei para despenalizar seu uso com fins medicinais e recreativos.
O presidente Enrique Peña Nieto rejeita a legalização das drogas em um país onde a luta entre os cartéis de traficantes e seus confrontos com as forças federais deixaram mais de 80 mil mortos e 25 mil desaparecidos no México desde 2006, segundo a France Presse.

ED BLOG/ FONTE;G1

quarta-feira, 9 de dezembro de 2015

Foto de mulher 'seminua' em hotel está dividindo a internet

                                                                           
A imagem de uma mulher pedindo informações na recepção de um hotel está dividindo a internet. Isso porque há quem acredita que a mulher esteja sem a parte de baixo das suas roupas e quem consiga vê-la vestindo uma calça (de cor um tanto quanto esquisita).

A foto foi postada na página Passanger Shaming no Facebook. O perfil foi criado para mostrar passageiros que deixam verdadeiras pilhas de lixo em aviões e trens, possuem comportamentos inadequados e falta de respeito pelos locais de viagem.

A cena foi registrada por um cinegrafista amador que ficou intrigado com a peça de roupa da mulher. Ela usa uma blusa azul escuro e uma mala negra. Entretanto, caso esteja usando uma de fato, a calça tem um tom semelhante ao de sua pele, provocando a ilusão de ótica.

ED BLOG/ FONTE; YAHOO


(Foto: Reprodução)
















(Foto: Reprodução)

sábado, 5 de dezembro de 2015

Mistério no Japão por barcos-fantasma carregados de cadáveres

                  Foto de Jiji Press/AFP

O Japão anda intrigado com uma série de barcos que apareceram nos últimos tempos em seu litoral carregados de esqueletos sem cabeça e corpos em estado avançado de decomposição, que deram lugar a várias hipóteses, todas relacionadas à Coreia do Norte.
Desde outubro apareceram ao menos 14 embarcações, algumas muito danificadas ou viradas, com mais de vinte cadáveres a bordo.
Uma série de indícios leva a crer que são barcos fretados por dissidentes norte-coreanos que desejavam fugir de seu empobrecido país, embora também possam pertencer a pescadores enviados pelo governo de Pyongyang para pescar em águas remotas e levar mais comida para casa.
"Um dos três cadáveres encontrados por nossos mergulhadores em 23 de novembro tinha a cabeça, mas os outros dois não. E quando rebocamos o barco até a margem, encontramos seis crânios dentro", disse à AFP um oficial da guarda costeira japonesa, Shuichi Hashizume, referindo-se a um barco encontrado no mar do Japão.
A separação da cabeça sugere que os tripulantes encontrados a bordo estavam mortos há um tempo, e que perderam partes de seus corpos pela decomposição.
Hashizume sustenta que o caso não tem nada de novo, e lembra que nos últimos cinco anos ocorreram mais de 250 incidentes deste tipo com ao menos um barco envolvido.
No entanto, a recorrência de tantos casos em um curto período de tempo é incomum.
Algumas das embarcações carregavam marcas escritas em coreano, o que sugere uma conexão com o exército ou os órgãos de segurança do regime comunista.
Na quinta-feira, a guarda-costeira japonesa anunciou a descoberta de uma série de restos dentro de um barco de madeira em frente à ilha de Sado, que apontam fortemente para a pista norte-coreana.
Segundo informou o porta-voz Hiromasa Suzuki à AFP, dentro foi encontrada uma mochila e nela uma insígnia com o que parece ser uma imagem de Kim Jong-il, o pai do atual líder norte-coreano Kim Jong-un.
Pescadores
Toshimitsu Shigemura, especialista em Coreia do Norte na universidade Waseda de Tóquio, disse que os barcos podem ser pesqueiros que se aventuraram longe de suas rotas por ordem do líder Kim Jong-un.
"A falta de comida foi um problema sério na Coreia do Norte, e no ano passado Kim Jong-un ordenou que fosse capturado mais peixe para resolver o problema", afirma o especialista.
Yang Moo-Jin, professor da Universidade de Estudos Norte-Coreanos em Seul, compartilha esta teoria.
"Quase todos os pescadores norte-coreanos pertencem a organizações militares ou estatais,e frequentemente são forçados a ir em busca de maiores capturas em águas remotas", explica.
"O problema é que seus barcos são muito velhos e estão mal equipados, então se têm problemas em alto-mar, mecânicos ou de qualquer outro tipo, ficam muito vulneráveis e não podem chamar ninguém para resgatá-los".
"Nestas circunstâncias podem ficar muito rápido sem combustível e comida", afirma Yang.

ED BLOG/ FONTE; YAHOO

quinta-feira, 3 de dezembro de 2015

Salvar o mundo do aquecimento é mais difícil do que parece

              Yahoo Notícias International - Por mais que se fale do clima hoje em dia, salvar o mundo pode ser mais difícil do que pensávamos


“Se eu pareço um pouco irritado”, diz David Hawkins, soando impaciente, “é porque vejo 20 reclamações por dia sobre o problema e não acho que isso seja muito útil neste momento”. Hawkins, diretor de programas relacionados ao clima no Natural Resources Defense Council, luta uma batalha diária para fazer o sistema político americano levar a questão do aquecimento global a sério. Apenas nos últimos meses, ele viu sinais de progresso, incluindo novos regulamentos para a Environmental Protection Agency e alguns sinais de que a oposição ao partido republicano pretende tomar algumas atitudes sobre a questão do clima.
Foto: Getty Images
Na tão esperada cúpula sobre o clima global sediada por Paris, China e Índia concordaram em diminuir suas emissões de dióxido de carbono, um passo importante por si só e um enfraquecimento do argumento apresentado pelo Senador Marco Rubio no segundo debate presidencial, que disse ser inútil para a América regular suas emissões de carbono, já que o mundo não iria seguir o exemplo.
Então, neste momento crítico, tudo que Hawkins não quer é ter que lidar com um bando de fanáticos barulhentos, proclamando que salvar o mundo exige um projeto multibilionário, não apenas para reduzir as emissões de carbono, mas também para remover aquele que já está no ar. Você não leu errado: estão falando em usar uma rede de máquinas para extrair o dióxido de carbono da atmosfera da Terra e colocá-lo de volta no subsolo, revertendo meio século de atividades da indústria de combustíveis fósseis. Se a chamada “rede de emissões negativas” pudesse ser criada facilmente, seria a melhor coisa que poderia acontecer ao movimento ambiental. Para começar, a indústria de combustíveis fosseis já não seria mais um dos principais responsáveis pelo aquecimento global. Mas para Hawkins, a ideia nada mais é do que uma distração que impede as pessoas de buscarem objetivos mais viáveis e urgentes. “A tecnologia já existe e já sabemos dos custos necessários”, ele diz, “assim, nossa principal prioridade é tornar este produto atraente para a indústria privada”.
“O dióxido de carbono é um poluente, mas também é uma mercadoria com um certo número de usos comerciais”.
A “remoção do carbono” é um passo ainda mais avançado do que a “captura do carbono”, que envolve recolher as emissões diretamente nas usinas, onde o material é relativamente concentrado. Ainda que seja difícil fazer isso hoje em dia por um preço razoável, ainda é mais fácil do que limpar o dióxido de carbono presente no ar, que é 300 vezes mais diluído, o que apenas dificulta o problema (embora, por motivos técnicos, não seja 300 vezes mais difícil). Mas é isso que um número crescente de cientistas anda pedindo. A ideia vem conseguindo mais apoiadores desde 2009, quando os cientistas da National Oceanic and Atmospheric Administration concluíram que “a mudança climática está ocorrendo por conta da alta concentração de dióxido de carbono, que será irreversível por cerca de 1.000 anos após o final das emissões”.
Ou como Tim Kruger, da Oxford University explicou durante uma conferência do World Economic Forum no ano passado, os níveis de dióxido de carbono na atmosfera, mais ou menos 400 partes por milhão hoje em dia, está muito acima do que é considerado seguro (350 partes por milhão) até o final deste século “mesmo que toda a raça humana morra”.
Esta percepção tem gerado vários novos programas, como o Oxford Geoengineering Programme, encabeçado por Kruger, o Center for Negative Carbon Emissions, da Arizona State University e o Center for Carbon Removal, em Berkeley. Isso impulsionou o ramo da tecnologia, no qual muitos projetos estão concorrendo a um prêmio de 25 milhões de dólares para aquele que desenvolver um sistema viável para remover os gases causadores do efeito estufa do ar. O prêmio foi oferecido pelo empresário Richard Branson. Como proprietário de uma companhia aérea, Branson tem um interesse óbvio em tudo isso: os aviões geram uma quantidade significativa de dióxido de carbono que, ao contrário dos carros, não pode ser tratada. Embora ele tenha anunciado o prêmio em 2007 e 11 participantes já tenham sido eliminados, ainda não estamos perto de conhecer o vencedor. “Esperamos que não demore tanto quanto o Longitude Prize para encontrarmos um vencedor”, disse David Addison, que coordena o Earth Challenge for Virgin, referindo-se a uma competição do século XVII para construir um relógio de bordo confiável, que durou cerca de meio século.
Inicialmente, não há nada de muito complicado em remover o dióxido de carbono da atmosfera. As árvores fazem isso naturalmente através da fotossíntese, mas não há terra suficiente para plantar todas as árvores necessárias, caso a raça humana ainda precise se alimentar. Klaus Lackner, diretor de um programa sediado no estado do Arizona, desenvolveu o que ele chama de árvore sintética: trata-se de um composto químico que absorve o dióxido de carbono do ar e o libera após um tratamento com água. O CO2 pode ser coletado em altas concentrações e reutilizado. A maioria dos outros processos desenvolvidos até agora trabalham com a mesma ideia: usam alguns moinhos movidos à energia solar para sugar as substâncias químicas.
“Há um risco alto das pessoas acharem que esta solução é uma carta na manga que só precisa ser usada daqui a vinte anos”.
É claro que a escala de reprodução de tal ideia é imensa: Lackner estima que, para fazer o dióxido de carbono retornar a 350 partes por milhão, seriam necessárias cerca de 100 milhões destas máquinas espalhadas pelo mundo todo. Ainda segundo ele, embora as máquinas sejam do tamanho de um container, não são mais complexas ou mais caras do que um carro. O mundo cria mais de 80 milhões de carros por ano.
Algum dia, esta ideia pode até ser lucrativa para as empresas. O dióxido de carbono é um poluente, mas também é uma mercadoria que possui um certo número de usos comerciais. Em síntese química, pode ser usado em extintores de incêndio e gelo seco. Ele também pode ser injetado sob pressão em poços de petróleo para trazer mais combustível à superfície. As empresas podem vender o dióxido e lucrar com ele. Entregue por gasoduto, ele vale cerca de 100 milhões de dólares por tonelada. Ou você ainda pode comprá-lo em tanques de 22 quilos, por um valor que gira em torno de 1 dólar por quilo. A esse preço, cada adulto na Terra perde 15 dólares por semana apenas por respirar.
Como o custo do transporte encarece o preço do dióxido de carbono, a Global Thermostat, fundada na Columbia University pelo físico Peter Eisenberger e a economista Graciela Chichilnisky, está desenvolvendo uma tecnologia de remoção que pode impedir a ‘sobrequeima’ de qualquer coisa que use combustível. Trata-se de um gerador pequeno que deve ser usado onde há algum uso para o CO2. A Infinitree, localizada em Nova Iorque, está trabalhando em um produto que visa vender o CO2 para os agricultores. O dióxido de carbono promove o crescimento das plantas. Os produtores já usam este conhecimento em estufas e há pesquisas que sugerem a possibilidade de esta ser uma técnica utilizável nas plantações. Com uma quantidade suficiente de energia barata, seria possível até mesmo transformar o dióxido de carbono em um combustível líquido que poderia ser queimado como a gasolina.
Mas toda esta tecnologia combinada contabiliza apenas uma fração das emissões mundiais de CO2. Ainda que ela possa ser aperfeiçoada, ainda que cada galão de gasolina pudesse ser substituído pelo CO2 atmosférico através de células solares e moinhos de vento, isso não removeria permanentemente o dióxido de carbono presente na atmosfera. Obviamente, quando o combustível fosse queimado, o químico retornaria para a atmosfera. Já é uma solução melhor do que a queima de combustível fóssil (que aumenta os níveis de dióxido de carbono na atmosfera), mas na melhor das hipóteses, pode conseguir uma emissão zero, não a emissão negativa que alguns cientistas acreditam ser necessária. As emissões negativas demandam a extração do dióxido de carbono, sem que ele seja reutilizado. Existem apenas algumas maneiras de se fazer isso: enterrando-o no subsolo ou vinculando-o quimicamente em uma fórmula que não sofreria quebra molecular. A tecnologia necessária para isso em escala global ainda não existe.
“Ainda que toda a raça humana morresse, os níveis de dióxido de carbono na atmosfera, cerca de 400 partes por milhão, continuariam muito acima de um valor seguro até o final deste século”.
Isso explica porque a questão é tão sensível para os grandes grupos ambientais e agências governamentais. O site da EPA discute a captura de carbono como possibilidade, mas não menciona a remoção de carbono do ambiente. A maioria das principais organizações ambientais evita falar sobre o assunto. “Estamos felizes em ver pesquisas acontecendo neste sentido, mas esta não é a primeira opção de trabalho, que hoje seria implantar técnicas para reduzir e eliminar as emissões”. Lackner, por sua vez, acredita que isso seja uma forma de ignorar o problema: “esta tecnologia é problemática de muitas maneiras”, ele diz, “então é improvável que ela seja utilizada em algum momento”. Muitos membros da comunidade ambiental não visam resolver o problema da mudança climática em si, mas sim parar a produção de combustíveis fósseis. Eles encaram qualquer discussão sobre a remoção de carbono como uma distração que atrapalha este objetivo. Estes grupos odeiam as companhias de petróleo, então querem um veículo com uma emissão neutra de carbono, como a bicicleta.
Hawkins reconhece que um risco da indústria de captura de carbono é que as pessoas encarem a solução como uma carta na manga a ser usada daqui a 20 anos. Este é o argumento do risco moral, que leva uma pessoa a correr riscos, desde que outros paguem a conta. Kruger, de Oxford, também pensa que a possibilidade de remover o CO2 da atmosfera, em bilhões de toneladas, quase literalmente molécula por molécula, seja uma ideia tão assustadora, improvável e cara que o sistema político decida que é uma tarefa além da nossa capacidade e desista de absolutamente qualquer esforço ecológico. Todos nós concordamos que este seria o pior cenário possível.

ED BLOG/ FONTE; YAHOO

quarta-feira, 2 de dezembro de 2015

Jovens israelenses portadores de hiv serão aceitos no Exército

                                Foto de MENAHEM KAHANA/AFP/Arquivos

Os jovens israelenses portadores de HIV poderão a partir de agora se alistar no Exército para efetuar o serviço militar obrigatório, embora continuem fora das unidades de combate - anunciou a instituição.
Todos os judeus israelenses estão sujeitos ao serviço militar obrigatório, de 32 meses para os homens e dois anos para as mulheres. Até agora, os jovens soropositivos eram automaticamente isentos por razões médicas.
Esta provisão será revertida nos próximos meses, disse o Exército.
"Os avanços médicos nos últimos anos permitem que (os jovens portadores do vírus da aids) possam servir no Exército sem risco para eles ou para os que os cercam", explicou o coronel Moshé Pinkert, responsável pelos serviços médicos militares, no blog das Forças de Defesa de Israel.
O anúncio foi bem recebido pelos grupos de defesa dos direitos dos homossexuais.
"Trata-se de um importante passo na luta contra os estereótipos sobre as pessoas com aids", declarou em comunicado Yuval Livnat, diretor da organização Israel Aids Task Force.
A legislação israelense é uma das mais avançadas no âmbito do respeito aos direitos dos homossexuais, lésbicas e transexuais, mesmo que uma parte da sociedade, religiosa, continue sendo bastante conservadora em relação ao tema.
O exército israelense foi um dos primeiros do mundo a reconhecer os direitos dos casais de soldados homossexuais mortos em combate, após um julgamento que criou jurisprudência em 1997.
Uma foto publicada pelo Exército em 2012 onde se via dois soldados de mãos dadas causou uma grande polêmica e foi muito compartilhada nas redes sociais.

ED BLOG/ FONTE; YAHOO

quarta-feira, 25 de novembro de 2015

Mulher inventa estupro para justificar sexo com o chefe do noivo poucos dias antes de casar


Uma britânica acabou presa após confessar que acusou falsamente o chefe do seu noivo de estupro. Sophie Tucker, de 23 anos, disse ainda que inventou a história para que seu casamento não fosse cancelado, já que faltavam poucos dias para o evento.
O caso aconteceu na cidade de Torrington, na Inglaterra. Após trocas de mensagens picantes e fotos nuas, Carl Williamson, de 51 anos, foi convidado por Sophie para ir na casa que ela dividia com o noivo. Lá, eles tiveram uma relação sexual e Carl acabou topando com o subordinado quando deixava a residência....

segunda-feira, 16 de novembro de 2015

Múmia de criança inca tem DNA nunca antes visto pela ciência

O corpo da criança inca foi congelado em 1985, após ter sido encontrado semi-enterrado na base da montanha de Pirâmide, na província de Mendoza, na Argentina. De acordo com os estudiosos, a múmia era de um garoto andino de aproximadamente oito anos que morreu há mais de 500 anos em um ritual religioso chamado ‘capacocha’.
Uma equipe de investigadores espanhóis e argentinos analisou o DNA procedente da biópsia de um dos pulmões da criança. O que eles encontraram foi surpreendente, de acordo com os detalhes apresentados na revista 'Scientific Reports'.
O que descobriram na verdade foi um genoma completamente desconhecido e nunca antes identificado, tal fato significa que ele deve fazer parte de uma linhagem de humanos nunca antes vista. A novidade foi 'apelidada' de C1bi e faz parte de uma organização do material genético passada de mãe para filhos, com valiosas informações do ponto de vista populacional.